Mostrando postagens com marcador Mãe para mãe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mãe para mãe. Mostrar todas as postagens

07 dezembro 2012

Viagem com criança




Na hora da reserva

Você e seu marido já decidiram para onde vão e chegou o momento de garantir um lugar ao sol. Antes de confirmar um dos hotéis e pousadas bacanas que escolheram, porém, ligue e se informe das comodidades para mães com bebês. “Sabendo com o que contar, a família se programa para levar coisas que depois poderão estar acessíveis apenas a quilômetros de distância”,  O básico a saber é:
- há serviço de lavanderia próprio ou próximo?
- o hotel oferece berço, carrinho e banheira?
- toalha e roupa de cama estão incluídas?
- há farmácias e supermercados locais que vendam a fórmula que o bebê toma (se não mama mais no peito), a fralda e a pomada de assadura usada por ele?
- quais são os pronto-socorros da região?

1 mês antes

Agende uma consulta com o pediatra e confira a vacinação. “Novas vacinas devem ser aplicadas pelo menos 15 dias antes da partida para evitar contratempos com reações em pleno passeio”, Peça também uma lista de remedinhos para lidar com algum pequeno mal-estar. “São comuns vômitos e diarreia, pelo contato com alimentos diferentes; dores de ouvido, em viagens de avião ou locais com praia e piscina; alergias a picadas e queimaduras solares”.Aproveite e atualize os contatos do médico para emergências. Em caso de reações alérgicas fortes, traumatismo, febre alta, vômitos e diarreia de difícil controle enquanto estiver longe, procure o pronto-socorro local, mas contate também o pediatra do seu filho. Ele conhece o histórico do bebê e deve opinar sobre o tratamento recomendado e a necessidade ou não de interromper o passeio. Com esses cuidados, viaje tranquila. A receita de viagem tranquila com o bebê começa em casa. Veja como se preparar para pôr os pés na estrada garantindo o bem-estar e o conforto do seu filho”. 
Ainda no quesito saúde, verifique os serviços conveniados ao seu plano no local de destino, como funcionam os reembolsos e se há assistência especial para viagens.

15 dias antes

Com tanta coisa para carregar, é melhor arrumar a mala sem pressa. Para não esquecer nada, prepare uma lista do que o bebê usa no dia a dia e reúna tudo em um mesmo local. Só dê baixa nos itens à medida que os colocar na mala. “Se não houver lavanderia no local, recomendo calcular peças suficientes para três trocas diárias de roupa da estação, mais duas opções diárias para eventuais mudanças de clima. Também é melhor levar o travesseiro de casa”. Não esqueça  de incluir os brinquedos do pequeno. “Eles ajudam o bebê a se sentir seguro”.

Confira outros itens indispensáveis no quadro “Põe na mala”.

7 dias antes

Se a babá vai junto, combine já o horário de trabalho, os intervalos de descanso e se haverá folgas ou não. Ela deve saber que não está exatamente de férias. Aproveite e planeje também o trajeto.
De carro - Faça o roteiro programando paradas a cada duas ou três horas. Pesquise postos e lojas de conveniência no caminho e prepare uma bolsa de mão com fraldas de pano e descartáveis, lenço higiênico, trocas de roupa para calor, frio e meia-estação, brinquedos pequenos e macios, gadgets e DVDs. No dia da partida, inclua água para beber e para higienizar o filhote, alimentos resistentes ao calor, mamadeiras com porções individuais de fórmula e potes de papinha para uma emergência.
De avião - Confira se a companhia oferece menu especial para bebês e reserve-o. Não dispense a bagagem de mão – em voos longos, programe uma troca de roupa a intervalos de quatro a seis horas. Lembre de levar uma chupeta ou mordedor para aliviar a pressão nos ouvidos do bebê nos momentos de decolagem e pouso.

19 dicas para viajar em família


Não importa se esta será a primeira ou a vigésima viagem com seus filhos. Sempre haverá um detalhe que pode passar despercebido. Para auxiliar os pais a encarar a aventura Brasil – ou mundo – afora, montamos uma lista com dicas para garantir o sucesso de suas férias.

1. Pesquise antes de fazer as reservas
Faça uma lista de pré-requisitos antes de começar a ligar para os hotéis. Alguns estabelecimentos oferecem um berço extra para bebês, a maioria das vezes sem custo adicional. Como a procura pelo acessório é grande, será preciso reservá-lo com antecedência. Vale conferir também se a pousada escolhida entrega refeições durante todo o dia, se a cozinha é acessível para esquentar alimentos, como o leite do pequeno, e se o quarto tem geladeira. Se a ideia é se hospedar em um flat, pergunte o quanto equipada é a cozinha.

2. Algumas agências oferecem descontos em pacotes para a família
Na maior parte das companhias aéreas, crianças até os 2 anos pagam no máximo 10% da passagem. Confira ainda se a empresa não oferece lanche especial para as crianças. Para garanti-lo, o passageiro deve avisar a companhia no momento da compra da passagem. Se o destino for outro país, dá para conseguir também bons descontos em tíquetes de trem e ônibus.

3. Prefira os horários em que a criança costuma ficar mais calma
Fazer o bebê encarar um longo trecho de estrada às 8 horas da manhã pode ser sinônimo de problema. Principalmente se esse é o horário em que a criança está mais disposta e agitada – ela pode ficar irrequieta demais. A alternativa é sair nos períodos em que o pequeno esteja mais pacato. “Aconselho os pais a partirem em horários alternativos e mais frescos e que as paradas para descanso aconteçam com frequência”.

4. Para garantir conforto em viagens de avião
Assim como nas viagens de carro, prefira voar em horários em que a criança esteja calma – e não no pico de sua energia. Embora controlar esse fator muitas vezes seja difícil. Uma dica para pais com bebês de colo é chegar mais cedo para o check-in. Com isso, vocês poderão escolher as poltronas em que vão se sentar e até deixar um assento vazio no meio. Se o voo não estiver lotado, o bebê poderá ficar mais confortável entre vocês. Caso o lugar seja comprado por outro passageiro, não há problema algum em pedir para a pessoa trocar de assento com um dos responsáveis.  “Leve roupa extra tanto para a criança quanto para você. Pois podem ocorrer alguns acidentes no voo, e assim ninguém vai ficar sujo ou molhado”.

5. Economize na sua bagagem
Cadeirinha, bebê-conforto, roupas, comida, fraldas e mamadeiras. Essa é somente uma parte da bagagem de uma criança. Portanto, quem não souber economizar nesses itens de apoio deve ser muito objetivo quando montar a própria mala. “Não é necessário levar muitos brinquedos, pois para o pequeno qualquer coisa entretém: garrafas plásticas vazias, chaveiros, caixas”, 

6. Remédios: o que não pode faltar
Analgésico, antitérmico, curativos adesivos, antissépticos, algodão, termômetro e remédios antigases são alguns dos itens que devem compor a caixa de primeiros socorros. “Os medicamentos devem ser criteriosamente indicados pelo especialista”.  Além dos remédios, também não se esqueça do repelente e um protetor solar que seja aprovado pelo médico.

7. Tenha um plano para acabar com o tédio
É certo que em algum momento o pequeno vai reclamar que está entediado., vale ter sempre à mão os brinquedos que a criança adora e, para os mais velhos, revistas e jogos.

8. Leve comidinhas de casa
Inclua na bagagem de mão comidinhas que seu filho adora. Pode ser que você não encontre os sabores e a marca de preferência dele na viagem. No entanto, se o destino for outro país, lembre-se de que muitos não permitem a entrada de alimentos. 

9. Bolsa térmica: a melhor amiga
 Atente apenas para a qualidade dessa bolsa. Caso contrário, se a vedação não for boa, os alimentos estragarão facilmente.

10. O que levar para comer
“Para viagens curtas, a melhor opção são as frutas. Mas elas devem ser higienizadas corretamente em casa e acondicionadas em sacos plásticos descartáveis próprios”,  recomenda-se  que a mãe dê preferência às frutas que podem ser consumidas com a casca, como a maçã, a pera e a goiaba, que, além de mais nutritivas, são mais resistentes.

11. Libere uma refeição por dia
Se adultos têm o direito de fugir da rotina alimentar nas férias, por que com as crianças e bebês seria diferente? Além de deliciosos, os sorvetes e quitutes garantem o bom humor da criançada. 

12. Não perca seu filho na praia ou na multidão
Esse problema preocupa os pais quando os bebês começam a andar e só termina perto da adolescência. Viajar com amigos e casais que tenham filhos minimiza o risco. A atenção deve ser redobrada quando o destino escolhido é a praia, que em altas temporadas ficam lotadas de guarda-sóis parecidos.
Dica: Coloque uma pulseirinha com seus telefones no pulso da criança.

13. Inclua a criança na programação das atividades
Lembre-se de que essa é uma viagem em família e todos têm o direito de se divertir. A típica displicência de solteiros e casais sem filhos de sair pela cidade sem destino provavelmente irá estressar o pequeno. Verifique a necessidade de um guia turístico para determinados passeios. E evite sair de carro sem foco. Ficar perdido por ruas desconhecidas, errar endereços e passar horas queimando gasolina pode ser o estopim para choros nervosos do seu bebê.
“É sempre bom reservar os dois primeiros dias para a criança se adaptar ao novo local, ao hotel, à nova cama etc.”, Respeitar os horários do bebê é uma medida que vai garantir a paz das suas noites também. Para alguns casais, é preciso abrir mão da diversão noturna, a não ser que a família disponha de uma babá ou um parente para cuidar da criança.

14. Documentos importantes
Quando o destino é outro país, é preciso providenciar um passaporte. Para férias por aqui, o documento de identidade e a certidão de nascimento são cruciais para provar que os acompanhantes são os pais ou têm algum grau de parentesco. Mesmo que a companhia aérea diga que não é necessário, é melhor providenciá-los para evitar problemas no trajeto.

15. Vacinas
As vacinas da criança precisam estar em dia independente da época do ano. Mas, especialmente para viagens para o exterior, é necessário conferir na embaixada ou consulado do país quais são as vacinas locais que são exigidas. Essa providência precisa ser tomada com muita antecedência, já que cada vacina tem um tempo para começar a valer.

16. Para a viagem não sair mais cara do que o planejado
Antes de viajar, defina o limite de gastos com compras. Afinal, no clima descontraído de férias, é de esperar que aumente a tendência – já normal – de as crianças quererem mimos diversos.

17. Seguro saúde e viagem
Considere a possibilidade de fazer um seguro viagem, pelo menos para a criança. Embora isso possa parecer um dinheiro desperdiçado, se algo acontecer no trajeto, você estará mais bem amparada. Nem é preciso dizer o quanto é importante para todos ter um convênio médico. Caso o passeio seja para o exterior, e a família não tenha um plano de saúde, é recomendado contratar um especial apenas para a ocasião. Até mesmo porque, em muitos países, as farmácias não vendem sequer um analgésico sem prescrição médica. Logo, caso haja um imprevisto, você precisará levar seu filho a uma consulta.

18. Dores de ouvido
Sim, elas são supercomuns em viagens, seja de carro, seja de avião. “Diferenças de pressão no ouvido interno podem provocar dor. O ato de mamar, chupar chupetas e mascar chicletes pode minimizar ou evitar o transtorno”, 

19. Como evitar os enjoos
Em viagens para o litoral, a descida da serra e o ziguezague do carro, e em rotas de avião, a diferença da pressão podem estimular náuseas e vômitos nos adultos e nas crianças. “Uma dica é fazer refeições preferencialmente frias e em pequenas quantidades. Ou então tomar algum remédio que evite o enjoo, receitado pelo pediatra”,  vale saber: ficar de estômago totalmente vazio também é tão nocivo quanto comer demais.

fonte: bebe.com.br

22 novembro 2012

Tabela: Quanto tempo meu filho precisa dormir?





Veja abaixo regras básicas para a quantidade de sono média para crianças dependendo da idade. Lembre-se de que cada criança é diferente -- há algumas que precisam dormir mais que as outras. A variação de uma criança para outra pode ser bem diferente, dependendo da personalidade e do organismo de cada uma. 
   

Idade Durante a noiteDurante o diaTotal
1 mês8h 30min7h (3 sonecas)15h 30min
3 meses10h5h (3 sonecas)15h
6 meses11h3h 45min (2 sonecas)14h 45min
9 meses11h3h (2 sonecas)14h
12 meses11h 15min2h 30min (2 sonecas)13h 15min
18 meses11h 15min2h 15min (1 soneca)13h 30min
2 anos11h2h (1 soneca)13h
3 anos10h 30min1h 30min (1 soneca)12h


Cuidado para não se confundir. Se seu filho se recusa a ir para a cama antes das 23h, não quer dizer que ele não precise de tanto sono. Pense nas seguintes perguntas, para saber se ele está dormindo o suficiente:
Seu filho sempre dorme quando anda de carro?
Você precisa acordar seu filho quase todo dia de manhã?
Ele fica irritado, nervoso e manhoso durante o dia?
Certas noites, seu filho "desmaia" muito mais cedo que o horário normal?


Se você respondeu "sim" a qualquer uma das perguntas, é possível que seu filho esteja dormindo menos do que precisa. 


Fonte do texto: babycenter,com,br

08 setembro 2012

Conte até 10

Com uma boa dose de paciência, todos sobrevivem às inevitáveis birras dos 2 anos




Não, não, não e não. Não quero, não vou, não dou. Essas costumam ser as frases que a criança de 2 anos mais repete ao longo do dia, algumas vezes acompanhadas de birras homéricas, daquelas dignas de interromper o trânsito no corredor do shopping. Até quem ainda não tem filhos já ouviu falar nos "terrible two". Mas a aparente rebeldia dessa fase é natural e até saudável. Afinal de contas, aquele pequeno ser, até outro dia, achava que era uma extensão do corpo da mãe. Ao longo dos meses, muito lentamente, ele foi percebendo que é outro indivíduo, independente, e voilà: com vontade própria.
"Por volta dos 2 anos, essa noção de individualidade amadurece e a criança se dá conta de que é mesmo uma pessoa separada da mãe e passa a lutar contra o controle que ela exercia em sua vida". Com o nascimento desse novo euzinho, nasce também a vontade de fazer as coisas do próprio jeito. E como o controle das emoções ainda é precário, quando o desejo não é atendido ocorre uma espécie de curto-circuito interno. E dá-lhe choro e toda sorte de demonstração de indignação infantil.
Uma situação que costuma ser motivo de conflito nessa fase é o fato de a criança não gostar nem um pouco de emprestar seus brinquedos. A cena do parquinho é clássica: o pequeno está lá todo entretido com sua pazinha, chega um estranho tão pequeno quanto ele e arranca-lhe a pazinha. A mãe, meio constrangida, fala que o filho tem que emprestar, que não pode ser egoísta. E lá vem o choro. "Emprestar e egoísmo são conceitos muito abstratos para uma criança de 2 anos. Ela não entende que ao emprestar um brinquedo aquele brinquedo voltará. O melhor é não forçar a barra e levar uns brinquedinhos a mais.

Confira a seguir algumas sugestões sobre como agir no momento da birra.


Não entre na onda da birra
Para lidar com o piti, é preciso paciência e consciência de que as rédeas da situação são suas. Procure não se "contaminar" pela reação da criança para não entrar na mesma vibração de raiva que ela (sim, é um exercício às vezes difícil, mas vale a pena tentar.

Fique por perto e espere o pequeno extravasar a emoção. É aconselhável contar até dez e manter um ar sereno, por mais que o sangue esteja fervendo por dentro.

Não adianta ficar explicando muito por que não pode comer bolacha antes do almoço, por exemplo. Um "não" dito com firmeza não precisa de muito blablablá para fazer sentido.

Depois de dizer "não" para algo, procure manter-se firme. Ceder após uma birra será, para a criança, a confirmação que a birra dá resultado.

Tarefa difícil principalmente por que vivemos a flor da pele, mas quando se tratar de  educação e disciplina precisamos ter paciência para lidar e se for o caso contar até 10!

Beijinhos doces

by, bebeabril.com.br

20 agosto 2012

20 coisas que não te contaram antes de ter um filho!


1) Não sonhe que você vai vestir seu jeans 38 saindo da maternidade. Sai o nenê, mas a barriga fica. Uma barriga tipo de 6 meses;
2) Seu corpo demora 12 meses pra voltar mais ou menos o que era antes, a não ser que você seja prima da Gisele Bundchen ou da Heidi Klum (tem treta nisso, não é possível!);
3) Você sabia que você fica menstruada quase UM mês depois do parto? Eu não sabia! Leve um mega-super-power modess pra maternidade…e é punk!;
4) Cesárea é uma cirurgia, você precisa sim de ajuda ao chegar em casa. Não fica achando que vai ser tranquilinho não….deixa a galera ajudar!;
5) O seu pé vai crescer, 1 número! 
6) Seu cabelo vai cair muito, e depois vai nascer uma franjinha…uns arrepiados…só com progressiva (que dá câncer…vixi!);
7) Você NUNCA mais vair dormir como já dormiu um dia…isso é real!;
8 ) Seu peito é pequeno? Espera pra ver depois de amamentar…fica negativo…ahuhauhauha;
9) Se for cesárea você vai perder a sensibilidade na região do corte, ou melhor, na macrorregião…
10) Marque dia e hora pra namorar o seu marido…ou melhor…pra pelo menos conversar…Aaaa…não se assuste…bye bye libido…ahuahuhaua…Acontece com mais de 80% das mulheres (explica beeeem pra ele!);
11) Enfermeira…bom, se você já sofre com empregada…se prepara!;
12) Dê chupeta pro bebê o quanto antes…por mais que o seu pediatra não deixe…se demorou…ferrou!;
13) Amamentar é lindo, ótimo e muito prático! Mas você vai sofrer muuuito pra chegar nesse ponto. Não desiste, tem uma luz no fim do túnel, juro!;
14) Você vai chorar muito (parte 1) depois que seu primeiro filho nascer: de desespero! “O quê que eu fui inventar?”…mas passa!;
15) Você vai chorar muito (parte 2) depois que seu primeiro, segundo ou terceiro filho nascer: de cansaço físico!…mas também passa!;
16) Sua empregada VAI pedir demissão. Isso é fato! Ou quando você engravidar, ou assim que você chegar da maternidade com a pança rasgada…ahuhauhauhuaha….;
17) A pessoa que você vai querer do seu lado o tempo todo? A sua MÃE!;
18) Aaa…você demora um tempo pra se entender como mãe, ok? Não fica na nóia, calma! É muito sentimento novo junto!;
19) Você vai ter muuuito medo de dar o primeiro banho sozinha. Mas passa também…tome coragem, o bebê É SEU!
20) Você nunca imaginou que poderia existir um AMOR tão forte, tão intenso e tão gigante como é o amor que você sente pelo seu bebê. Como é que você existiu esses anos sem ter esse bebê??? Era vida aquilo? Por isso a gente esquece TODOS esses 19 itens acima e tem outro filho, outro, outro….

fonte: babycenter.com.br
_____________________________________________________

24 julho 2012

Mãe e Mulher - Seja você mesma depois da maternidade




Ser mãe é uma experiência maravilhosa. Depois que você sai da maternidade sua vida se transforma, pois uma pessoa passa a depender exclusivamente de você vinte e quatro horas por dia. No começo é uma novidade, você se entrega e desfruta sem nenhum grande questionamento. Porém, à medida que o tempo passa você começa a sentir que necessita de um tempo só para você.
Além de mãe você precisa voltar a ser mulher e resgatar suas atividades, como cursos, academia, cabeleireiro, comprar roupas, fazer massagem. Como está focada apenas no bebê, pode esquecer-se de si. Aproveite para vivenciar alguns prazeres que te farão bem. Você feliz será uma mãe e esposa melhor.

Mimos para uma mãe que também é mulher

Uma tarde para cuidar dos cabelos e das unhas pode ajudar a melhorar a autoestima. Seu marido vai se surpreender com uma mulher bonita e bem cuidada. Ser mãe deve acrescentar beleza à sua vida e não roubar seus atributos de mulher.
Algumas vezes só organizar suas coisas já lhe dá calma e tranquilidade necessária para restabelecer suas energias e reencontrar o caminho.

Romantismo

Deixe o bebê com os avós, ou se tiver condições contrate uma babá e tire alguns momentos só para vocês dois. Vá jantar fora com seu marido ou faça um jantar romântico em casa. Após a maternidade, vocês precisam alimentar o amor com momentos de romance.

Criatividade para se sentir viva além de ser mãe

Quando o bebê estiver dormindo faça atividades criativas como pintar, costurar, bordar, esculpir, cozinhar ou faça um passeio cultural. Ser mãe é uma benção, mas a vida oferece muito mais. Aproveite.

Presentei-se

Compre algo que lhe faça bem, como uma roupa nova que resgate suas curvas, que agora já estão voltando a sua forma anterior. Sinta-se sexy e desejada. Mães continuam sendo mulheres. Não viram santas com a maternidade, como disse José Angelo Gaiarsa, médico especializado em psiquiatria. Você é a mesma pessoa, a mesma mulher. Só que agora, também é mãe.

Saia com as amigas

Ultimamente você tem se aperfeiçoado no manejo de fraldas e mamadeiras, portanto, um dia com as amigas para bater-papo e falar sobre assuntos diferentes da sua rotina vai lhe fazer muito bem.

Satisfaça algum desejo

Você pode estar seguindo uma dieta ou restrição alimentar para voltar à forma, mas permita-se ir àquela confeitaria que ama e comer o seu doce predileto. Você vai se sentir muito bem e feliz.

Pratique atividades físicas

Saia para caminhar, ande de bicicleta. Mexa seu corpo e retome as formas que tinha antes de ser mãe. O bem estar mental e físico de se sentir mulher é necessário para ser uma boa mãe.

Ser mãe é uma das coisas mais fascinantes que existem na natureza. Você está radiante por ter experimentado esse milagre da vida. Mas continua sendo uma mulher, com seus sonhos pessoais.

Seu filho pertence ao mundo e você também. Se você cuidar da sua individualidade saberá entender a dele e aceitar com mais facilidade o dia em que ele cortar definitivamente o cordão umbilical. O espiritual estará fortalecido e não tem como ser quebrado.

18 julho 2012

O bebê chegou a confusão começou



A cena sonhada para os primeiros dias com o recém-nascido é da mãe feliz, com seu filhote nos braços, serena e tranquila. Mas a real tem muito mais a ver com uma casa bagunçada e cheia de itens novos como fraldas, fraldinhas, cobertores e carrinho espalhados pelos cômodos. Comida por fazer, louça por lavar, muito mais roupa suja no cesto e a mãe cansada, insone e aborrecida porque metade do dia já se passou e ela continua de pijama. 
A chegada do bebê é o momento mais maravilhoso para as famílias, mas é também um turbilhão do ponto de vista prático e emocional. A mulher não é mais a gestante que foi por nove meses, mas ainda não veste suas roupas de sempre e seu corpo ainda se recupera do parto, por isso o cansaço e algumas dores podem aparecer. O marido, por sua vez fica um pouco perdido no novo cenário em que a atenção agora é toda do novo morador e, para tumultuar mais um pouco, as visitas não param de chegar, exigindo disposição dos pais. 


Mas o que ela faz o dia inteiro? 
Quem não tem filhos se pega com a pergunta em mente. Como assim a mulher fica o dia inteiro em casa e não dá tempo de fazer nada? Bom, digamos que o bebê demanda cerca de 6 horas sendo amamentado, se considerarmos que cada mamada dura em média 30 minutos e ele mama até 12 vezes por dia. Sem contar que ele usa, em média, 10 fraldas. As trocas de roupas são necessárias sempre que uma peça suja de xixi, cocô ou leite. Eventualmente, é preciso agasalhar ou refrescar em função da mudança de tempo. Pronto, lá se foram quase oito horas do dia. O resto do tempo a mãe usa para tomar banho, comer e, com muita sorte, dormir. Realmente não sobra muito para administrar a rotina da casa ou outras atividades. Isso quando não há outros filhos esperando sua atenção! Como a rotina de mamadas e trocas acontece também durante à noite, é normal que a mãe fique exausta durante o dia. Frequentemente, surgem choro e irritação. Por isso, é muito importante que tanto a mulher quanto o marido tenham paciência e procurem se poupar, revendo prioridades e reorganizando o esquema doméstico. 


Telefone e internet: os melhores amigos da mãe 
Não dá tempo para ir às compras? Há ótimas opções de supermercados e sacolões que entregam em casa. O importante é continuar se alimentando bem, por causa da amamentação. Quer fazer a unha? Ligue no salão do bairro e peça para a profissional atendê-la você em casa, enquanto o bebê dorme. Acabaram as fraldas? Corra para o telefone ou internet. Não é difícil encontrar o serviço delivery e você pode, inclusive, pagar mais barato do que nas farmácias. Não sabe o que servir para as visitas? Com certeza, seus amigos apreciarão uma boa pizza. Uma ótima ideia é abastecer o freezer com salgados congelados ou pão de queijo, que salvam quando alguém aparece na última hora. Uma alternativa para simplificar é reunir vários amigos. Dessa forma, em vez de receber um casal no sábado de manhã, aquela amiga do trabalho no período da tarde e parentes à noite, você convida todos para virem em um mesmo dia e prepara algo prático como um lanchinho da tarde ou café da manhã. Assim, conseguirá receber no horário mais conveniente para a rotina do bebê e terá mais tempo para descansar depois. Sim, descansar deve ser uma prioridade para os pais do recém-nascido, pois, quanto mais dispostos, melhor cuidam do pequeno. 


Antes de tudo, a amamentação 
A mãe pode até ficar agoniada quando percebe que não consegue sair para arrumar o cabelo, ir à academia ou tomar um café tranquila. E não conseguirá mesmo. No primeiro mês, a maratona das mamadas é intensa e os horários confusos, então fica difícil fazer qualquer coisa com hora marcada. A saída é começar com uma atividade física leve, como caminhada, em que o bebê pode acompanhar no carrinho. O principal é relaxar e entender que esta fase passa, e rápido. Ao mesmo tempo em que a amamentação vai consumir seu tempo e energia, pode ser também a porta de entrada para uma boa conversa, em grupos de apoio, com uma amiga ou mesmo uma profissional."Hoje em dia, as consultas médicas são muito rápidas. Gestação e pós-parto são períodos muito especiais em nossa vida, mas que podem ser apavorantes. Surgem inseguranças, é um momento caracterizado por regressão emocional, tristeza, ambiguidade, portanto o apoio é essencial. Muitas mulheres acabam procurando os grupos e tem experiências maravilhosas ao trocar com outras que estão na mesma situação. Mas outras não conseguem sair de casa com tanta facilidade, e isso acaba dificultando seu resgate do furacão que é o puerpério. Então uma escuta individualizada e com atenção pode ajudar as mulheres inclusive na experiência da amamentação". 


"Pouco importa se a casa está suja, se as visitas tomaram café ou se a louça está lavada. Nesse momento a formação do vínculo e o bem-estar da mãe e do bebê são prioridades máximas".


by bebeabril.com.br

12 julho 2012

12 regras de boas maneiras na visita ao recém nascido


Quando as visitas são na maternidade quer dizer, geralmente, que o bebê tem no máximo 3 dias de vida, então a atenção deve ser ainda maior, mas quando estamos em casa não podemos “relaxar” com os cuidados.
O visitante pode ser jovem ou não ter experiência anterior em visitas à recém-nascidos, e assim, não tem noção dos cuidados que deve ter. Nesses casos é importante que você mãe, pai, avó, avô, tio, tia, dê as coordenadas. Quem deve cuidar e zelar pelo bebê é a família. 
Visitante:
1-Evite passar perfumes e loções com cheiro forte antes de visitar o bebê. Alergias são desenvolvidas a partir do primeiro contato, seja inalado, ingerido ou simplesmente tocado.
2-Prepare-se para chegar no hospital e ter que esperar a mamãe sair do banho, esperar acabar a visita médica, ou amamentar o bebê. Vá sem pressa e sem compromissos em seguida. Você pode inclusive chegar e não encontrar o bebê no quarto. Paciência. Exames e banho fazem parte da rotina do bebê no hospital. Se não for demorar você pode esperar, ou vá no vidro do berçário dar uma espiadinha.
3-Lave as mãos ou passe álcool-gel assim que entrar no quarto, independente de pegar o bebê ou não, pois sempre rola um carinho na cabeça ou mãozinha.
4-Não peça para pegar o bebê; deixe que a família ofereça se se sentir a vontade.
5-Não espere chegar no quarto e achar o bebê acordado. Se estiver, ótimo, mas saiba que eles dormem a maior parte do tempo. Não, você não vai ficar lá esperando ele acordar. 
6-Se for pegar o bebê, retire (ou já vá sem) colares, pulseiras, relógios e anéis volumosos. Você não vai querer deixar o bebê com a pele irritada né?
7-A visita na maternidade não deve durar mais do que 15 ou no máximo 30 minutos, a não ser que você tenha MUITA intimidade e a mãe do bebê dê liberdade para tal.
8-Na hora em que a mamãe foi amamentar o bebê, saia do quarto e deixe que “eles se entendam” naquele momento só deles, a não ser que a mamãe esteja a vontade e peça para ficar ou se você puder ajudar. A amamentação é um processo em que a mamãe e o bebê tem que se adaptar e nem sempre é fácil; eles precisam de um ambiente silencioso e tranquilo.
9-Se quiser combinar de ir com uma amiga fazer a visita, ok, mas não vá acompanhada de crianças se não puder “controlá-las” e nem chegue com uma turma de 3, 4 pessoas ou mais.
10-Não peça mais lembrancinhas para levar para quem não estava lá. Elas são um mimo para quem se deu ao trabalho e fez a gentileza de visitar a mamãe e o bebê.
11- Evite fazer visita nas primeiras 12 horas após uma cesariana. A mamãe pode estar sonolenta por causa dos sedativos e anestesia, usando sonda e assim não pode levantar da cama e não pode ficar conversando para não ter gases.
12-Pergunte  se pode, antes de, tirar fotos do bebê, e NUNCA use o flash. Pergunte também se ela pode ser publicada ou não. Alguns pais não gostam de exposição.


Pais, avós, acompanhantes…
Vocês estão lá para ajudar a mamãe e podem ser chatos, sim.
Peçam para as visitas lavarem as mãos, falarem baixo e para se retiraram durante algum procedimento ou amamentação.
Também ofereçam a fralda de pano para o colo das visitas que foram segurar o bebê, para que ele não fique em contato direto com a roupa da visita que veio da rua, pode estar suja ou “cheia” de amaciante e perfume. 


by www.lookdobebê.com.br

29 junho 2012

6 valores importantes para ensinar desde cedo


Não é segredo para ninguém: educar uma criança é difícil. Requer persistência e dedicação dos pais, principalmente para ensinar valores importantes para o futuro dos pequenos, como amor próprio, autocontrole, respeito ao próximo e honestidade. O aprendizado não acontece da noite para o dia, e sim ao longo da vida. Daí a importância de persistir nas mensagens que deseja transmitir e repetir mil vezes cada não, por mais difícil que seja.
“A família tem um papel extremamente importante na formação do indivíduo, mas há influências de outras pessoas, como professores, avós, babás... E elas podem ser positivas ou negativas”. Veja, então, a descrição de cada valor e como ensiná-los aos pequenos desde cedo:

1. Amor próprio

Amor próprio pode ser identificado como sentimento de autopreservação, que impede que as pessoas se envolvam em situações de perigo que possam ameaçar o equilíbrio emocional delas. Nas crianças, é algo mais sutil, tem a ver com a construção da autoestima e na confiança da própria capacidade para enfrentar diferentes situações.
Na prática: Tudo isso é adquirido por meio de elogios e incentivos para enfrentar as dificuldades. E, perante alguma situação em que a criança agiu de forma errada, é importante criticar o comportamento dela, pontualmente, e não sua personalidade, de forma geral. “O mesmo vale para os elogios: tanto a falta quanto o excesso só atrapalham”.

2. Autocontrole

É a capacidade de controlar, racionalmente, as reações ligadas a emoções, afetos e sentimentos. É por meio do autocontrole que a criança descobre seus limites, elege prioridades e traça suas metas e seus objetivos.
Na prática: Ensiná-las a ter autocontrole, porém, não é fácil. Você precisará enfrentar a fase da birra, persistindo com sua opinião e forma de educar. Se a criança agir errado e fizer manha, converse, mostre em que ela errou e coloque-a para pensar. Exija que ela peça desculpas, mas que entenda o motivo de ter que se desculpar. Tenha em mente que bater não resolve em nada o problema, ok?

3. Escolha

Desde bem cedo, é importante mostrar para a criança que ela não pode ter tudo o que quer e, por esse motivo, deve praticar o exercício da escolha, seja em relação a suas vontades, seja no que se refere a objetos, brinquedos etc. “Ensine ao pequeno que uma escolha é sempre, também, uma perda: ‘Lembra que você escolheu isso? Então é isso que você terá’”. O exercício de escolhas está ligado ao de autocontrole. Se a criança chorar, fizer birras, será preciso acalmá-la para explicar os prós e os contras de sua decisão.
Na prática: É muito comum, na fase de 3 a 4 anos, a criança ter dificuldade de dividir seus brinquedos e não emprestar para seus amigos. Essa é a oportunidade para mostrar que ela pode escolher dividir suas coisas ou ficar sozinha, sem amigos. “Explique que fazer acordos é algo admirado pelas pessoas e que vale a pena”.

4. Honestidade

Não há uma definição única para a honestidade. É um valor ético, fundamental para o convívio social. Ensinar à criança o que é honestidade leva tempo e depende de suas próprias atitudes, exemplos e conversas.
Na prática: É comum crianças pegarem objetos, brinquedos dos coleguinhas da escola e levarem para casa. “Isso ocorre porque não há entendimento de propriedade, até porque, na escola ou no clube, brincam com tudo sem perceber que os objetos pertencem a alguém”,. Cabe aos pais mostrar que aquilo não é da criança, fazerem com que ela perceba o erro e devolva o objeto, pedindo desculpas. Esse processo deve ser educacional, e não um castigo causador de brigas. “Se a atitude persistir, a conversa pode ser mais rígida”,.

5. Jogo de cintura

O jogo de cintura nada mais é do que ter flexibilidade, ou seja, capacidade de driblar situações de conflito. Para as crianças, é preciso ensinar seu significado desde cedo para que aprendam que suas vontades não serão sempre atendidas, mas que, ainda assim, terão escolhas e devem agir educadamente.
Na prática: Você não conseguirá ensinar seu filho a ter jogo de cintura se perde a paciência a cada problema que aparece. Seu exemplo o fará compreender como ele deve agir quando acontece algo que não o agrada, por isso, não seja tão rígida em seus pontos de vista. No convívio familiar, é importante ter (e mostrar) tolerância. “Brigas constantes, gritos e agressões verbais demonstram a falta de jogo de cintura”,.

Outro exercício,  é contar para a criança um erro que você cometeu e o que você fez para remediá-lo. “Eu errei o nosso omelete. Agora a mamãe vai fazer o seguinte, vamos transformar isso em uma farofa”, exemplifica.

6. Respeito

Respeito com os mais velhos, com os “diferentes”, com os animais, com a vida... Ensinar a criança a respeitar os outros é a regra quando se fala em educação infantil.
Na prática: Não há um jeito específico para ensinar o que é respeito. O primeiro passo é respeitar também, permitir que a criança aprenda assistindo a seu exemplo. Depois, é preciso ouvir as queixas dos professores e educadores da escolinha e nunca não ignorá-las. Falar mal das pessoas na frente das crianças também prejudica o ensinamento. Por fim, é importante chamar a atenção da criança ao vê-la desrespeitando outras pessoas, os animais e também o meio ambiente.

Idade certa

Os valores acima podem parecer um pouco complicados, mas devem ser transmitidos, principalmente, por meio de suas atitudes (dando o exemplo) desde o nascimento das crianças:

- Até os 2 anos de idade, a criança constrói e elabora conhecimentos sobre a realidade.
- A partir dos 4 anos, ela sai do simbólico e vai para o intuitivo. Nessa fase, já troca experiências com outras pessoas.
- Após os 7 anos, ela já é capaz de estabelecer compromissos, compreende as regras e já consegue ser fiel a elas.

A vovó e a mamãe

Muitas vezes, a visão que a criança tem sobre o papel da avó e o da mãe fica conturbada exatamente porque a avó tende a tomar conta dos pequenos nos primeiros anos de vida, quando a mamãe volta a trabalhar. É preciso ter em mente que a avó não deve fazer o papel de mãe, mas também não se esqueça de que ela é mãe e tem experiência.
Por isso, é importante conversar com os avós sobre a forma como você quer educar seu filho. Deixe claro que a criança precisa deles tanto quanto precisa de você e aceite opiniões. Ainda assim, se a dinâmica não funcionar, vale adaptar seus horários para cuidar da criança ou até procurar creches e escolas que possuem os mesmos valores que você. Dessa maneira, você permite que a avó possa ser avó. “Nada mais gostoso do que a vovó ir buscar a criança na escola, levá-la para jantar e depois entregá-la para os pais”.

Fonte www.bebê.com.br






28 junho 2012

Ictericia Neonatal

Todo mundo diz que é normal, mas cuidado ela pode ser perigosa!
Vamos entender um pouco mais sobre a Ictericia


Icterícia é uma condição comum em recém-nascidos. Refere-se à cor amarela da pele e do branco dos olhos que é causada pelo excesso de bilirrubina no sangue. A bilirrubina é um pigmento normal, amarelo, gerado pelo metabolismo das células vermelhas do sangue.
A criança fica ictérica quando a formação de bilirrubina é maior do que a capacidade do seu fígado de metabolizá-la.
Muitos bebês, logo depois que nascem, ficam com um tom de pele amarelo-alaranjado que pode se estender também para as conjuntivas (o branco dos olhos) e outros tecidos do corpo. O nome desse quadro é icterícia neonatal.
Essa doença, que deixa a pele do bebê  amarelada, atinge cerca de 80% dos recém-nascidos e, embora exija cuidados simples, nunca deve dispensar o acompanhamento médico
Na maioria das vezes regride espontaneamente em torno do décimo dia de vida do bebê, sendo importante o banho de sol pela manhã ou a tardezinha, pois a luz ajuda na eliminação da bilirrubina.
Banho de luz - Se a icterícia atingir um nível muito alto, será preciso que o bebê faça fototerapia ou banho de luz. A criança fica em um berço com uma fonte de luz que converte a bilirrubina impregnada na pele e nas mucosas em outra substância deixando a pele do bebê com coloração normal.
Esse tratamento é muito comum em prematuros e em bebês que a icterícia não desaparece espontaneamente. O aumento da bilirrubina acima de certos limites pode acumular-se no cérebro trazendo danos irreversíveis ao sistema nervoso, prejudicando o desenvolvimento do bebê. Portanto, cuidado redobrado, mamãe.
Existem outros tipos de icterícia que são mais graves e requerem mais atenção. Há a icterícia por incompatibilidade de grupo sanguíneo, que é a forma mais grave e aparece logo no primeiro dia de vida.
Acontece quando a mãe tem anticorpos que destroem as hemácias (componente dos glóbulos vermelhos do sangue) produzindo bilirrubina, ocasionando a icterícia. O tratamento depende do nível de bilirrubina e peso do bebê, podendo ser o banho de luz ou a exsangüinotransfusão (retirada de todo o sangue do bebê e a sua substituição por outro sangue, sem bilirrubina).
A icterícia pode estar relacionada também ao aleitamento materno, as causas são desconhecidas, podendo ser por que componentes do leite materno reduzem a excreção da bilirrubina. O tratamento pode ser a interrupção do aleitamento por 1 ou 2 dias ou o banho de luz.
São raras as vezes em que o acúmulo de bilirrubina seja grande que cause acúmulo no cérebro ocasionando prejuízos. A grande chance de isso ocorrer será se a mamãe não procurar um médico quando o amarelão do bebê for muito intenso ou em prematuros muito graves.
A icterícia não é uma alteração para maiores preocupações. O ideal é ficar de olho e a qualquer dúvida procurar o pediatra do bebê.


Dicas


Se as fezes e urina do bebê estiverem com coloração diferente procure imediatamente um médico.
O banho de sol até as dez da manhã e depois das quatro da tarde é muito importante.
Lembre-se sempre que o aleitamento materno é sempre o melhor para o bebê. Só o interrompa com recomendação médica.


"A nossa experiencia "


O Vítor teve Ictericia grave por incompatibilidade de grupo sanguíneo, pois sou fator RH negativo e ele positivo, só descobri isso quando passei a pior semana da minha vida.
Mamãe de primeira viagem tomei a vacina anti rogam antes e depois do parto que foi numa terça feira, no dia da nossa alta sexta feira da mesma semana o pediatra do hospital me disse que ele estava um pouquinho amarelinho e que eu poderia dar banho de sol que não teria problema nenhum, como já tinha ouvido de várias outras mamães que seus filhos também tiveram a ictericia não me preocupei.
A estação era verão e muito quente no começo de dezembro, tentei coloca-lo no sol no período da manhã mas as sete horas já estava queimando em 2 minutos que o expus ao sol, deixei para tarde que choveu muito, e todos os dias da semana pós alta foi assim.
Enfim não foi possível dar o banho de sol, bom como toda mamãe sabe a primeira semana de um bebê em casa é bem atribulada, entre visitas, mudança de rotina, inicio da amamentação, e entre outras coisas passou o fim de semana, na segunda feira, ou seja no sexto dia após o seu nascimento que é quando a ictericia atinge seu ápice, o levei para tomar a vacina BCG no posto de saúde, foi quando a enfermeira me alertou que ele estava muito amarelo e me aconselhou a leva-lo para o hospital, fiquei desesperada pois naquele momento pude perceber que o branco do olho também estava amarelo, corri para o hospital, onde foi feito exame de sangue e a bilirrubina no sangue estava 24, sendo o normal 0.2, imaginem... O médico disse que internaria de emergência ou meu filho poderia ter danos cerebrais graves, tive problemas nesse hospital pois o único leito vago era ao lado de uma criança infectada, fui para outro hospital e tomei o cuidado de ligar para o plano de saúde para confirmar se nesse outro eu poderia interna-lo sem dificuldades, fui tranquilizada pela atendente dizendo que esse hospital poderia sim atender essa necessidade.
Cheguei nesse hospital e tal qual foi minha surpresa... O convênio se negava a fazer a internação e queriam  transferi-lo para o hospital conveniado deles do outro lado da cidade.
Isso já era por volta das 22:00 hs, se as 18 hs meu filho estava com 24  de ictericia, imaginem aquela hora, briguei muito com o convenio, meu marido rodou o hospital todo, ligou para empresa que nos beneficiava pelo convenio, até na policia nós ligamos, tal qual era o desespero.
Estava operada e sentindo dores, mas a minha maior dor era ver meu filhinho em meus braços da cor de uma cenoura e ainda sim sorria pra mim, foi quando nosso advogado nos orientou a interna-lo particular naquele mesmo hospital para  depois recorrer aos nossos direitos..
E assim foi feito, meu filho foi internado já passava da meia noite e ficou na UTI com vários outros bebês na fototerapia, fiquei um pouco mais tranquila, mas no dia seguinte o médico disse que a bilirrubina tinha abaixado apenas para 19 e que seria necessário fazer uma transfusão de sangue caso no próximo exame não estivesse abaixado significadamente, chorei, sofri, não dormi, não pude amamenta-lo, pois ele não poderia sair da luz para nada, rezei demais e me apaguei com Deus de uma maneira inenarrável.
No próximo exame graças a Deus tinha abaixado para 11, ainda estava alto, mas já não corria o risco ta temida transfusão, e nos próximos dias o índice só foi abaixando, e após 5 dias de internação  ele teve alta e voltou para o seu lar.
Espero ajudar mamães que estejam passando por isso e fiquem atentas a ictericia na maioria das vezes é normal, mas pode se tornar algo grave podendo trazer vários riscos  ao bebê.


bjs Aline









29 março 2012

A adolescência do bebê


O seu pequenino anda rebelde?


Ele pode estar entrando na adolescência! É isso mesmo, a Adolescência do Bebê, ou “Terrible Two”, termo americano utilizado para designar o período comportamental que a criança atravessa por volta dos dois anos de idade (com variações para mais ou para menos, dependendo de cada criança).
É a famosa fase da negação e dos escândalos, quando o seu até então “anjinho” passar a falar não para tudo, até para coisas que antes adorava ou cotidianas, como tomar banho, escovar os dentes, colocar roupa… Tudo vira uma tortura e motivo para muita birra.
Mas fique tranquila: além de normal e passageira, esta fase faz parte e é importante para o desenvolvimento do bebê, que começa a se perceber como indivíduo e a querer demonstrar o seu crescimento e recém adquirida “independência” para os papais, mas ainda não tem as ferramentas verbais ou gestuais para isso (e aí dá-lhe não, esse sim ele sabe dizer firme e forte!).
Há várias dicas de especialistas sobre como lidar com esta fase, que incluem estabelecer uma rotina, brincar em espaços mais abertos e oferecer opções (perguntar, por exemplo, se a criança quer comer arroz ou batata, ao invés de oferecer só um dos alimentos – “não” na certa).
Mas, na verdade, o segredo para ultrapassar a tempestade é um só: paciência. Muita paciência. Essa mesma, que você vem cultivando desde os primeiros segundos da gravidez.
E prepare-se para muitos “nãos” e alguns “chiliques”, com sorte em casa, mas mais provavelmente em público. É nesta hora que muitas mamães aprendem a nunca mais na vida proferir a frase “ah se fosse meu filho…”.


by bebêboom.com.br








13 março 2012

Só pode ser TERROR NOTURNO!

Mamães há alguns dias meu filho vem sofrendo acredito eu de terror noturno, não entendia muito bem do assunto, mas fiz umas pesquisas em sites de bebes e descobri que isso é mais comum do que se imagina, ele grita apavorado de madrugada, detalhe que é toda madrugada agora, senta na cama de olho aberto mais chorando demais, e não a nada que faça ele parar, conversar, pegar no colo, fazer carinho, nada mesmo.
È desesperador ver quem a gente ama com medo e não poder fazer nada, a dica que é não mecha na criança que depois de um tempo ela acalma e dorme novamente, essa madrugada ele fez isso duas vezes...
Nós rezamos antes dele dormir, já estou o ensinando, para não ter pesadelos, mas esse terror ao que parece não tem muito a ver com pesadelos e sim com a agitação da criança, sono acumulado, enfim vou postar o que achei no babycenter na integra, caso alguém também esteja passando por isso fica a dica.



O que é terror noturno? 
Os terrores noturnos acontecem com pelo menos 5 por cento de todas as crianças, e podem começar já aos 9 meses de idade. São um transtorno do sono misterioso, que ocorrem quando a criança está numa fase em que dorme profundamente, mas não sonha. 


Durante uma crise de terror noturno, a criança pode chorar, gritar, gemer, sentar na cama e se debater. Mesmo que ela esteja de olhos abertos, não sabe que você está ali e não se acalma. A crise pode durar alguns minutos ou até mais de meia hora, e, depois que passa, a criança volta a dormir. No dia seguinte, não vai lembrar de nada. 


Mas isso não é um pesadelo? 
Os pesadelos ocorrem durante a fase do sono conhecida como REM (movimento rápido dos olhos), que é quando as pessoas sonham. Depois de um pesadelo, a criança tem idéia do motivo de estar assustada, e depois dos 2 anos começa a explicar o sonho. 


Outra coisa que acontece com os pesadelos é que a criança pode ficar com medo de voltar a dormir, e no dia seguinte consegue se lembrar de que teve um sonho ruim. 


O que eu posso fazer na hora do terror noturno? 
É claro que seu primeiro instinto vai ser tentar acalmar seu filho, mas é bem possível que nada que você faça adiante (afinal, ele está dormindo). O que dá para fazer é ficar por perto para garantir que ele não se machuque. Os especialistas recomendam nem mesmo falar com a criança ou pegá-la no colo, porque isso pode prolongar o episódio. 


Em 15 ou 20 minutos, seu filho deve se acalmar sozinho e voltar a dormir. É uma situação que costuma ser desesperadora para os pais: ver a criança ali tão assustada e não poder fazer nada. Mas é melhor, dizem os especialistas, não tentar acordá-la. Console-se ao saber que pelo menos ele não vai lembrar de nada depois. 


Há algo que eu possa fazer para evitar que o terror noturno aconteça? 
Sim, há várias medidas que você pode tomar para diminuir a chance de seu filho sofrer dos terrores noturnos. Em primeiro lugar, veja se ele está dormindo o suficiente. Crianças que ficam cansadas demais têm mais tendência a passar por terrores noturnos. 


Para fazer com que ele durma mais, prolongue a soneca da tarde, deixe-o dormir um pouco mais de manhã ou então coloque-o na cama mais cedo à noite. E capriche no ritual da hora de dormir, para ajudá-lo a se acalmar. 


Os terrores noturnos costumam acontecer na primeira metade da noite. Por isso, uma estratégia, se nada mais estiver funcionando, é dar uma leve acordada na criança de uma a duas horas depois de ela ter adormecido -- cerca de 15 minutos antes do horário em que as crises costumam acontecer. Com isso, o padrão de sono é alterado e há a possibilidade de o episódio de terror noturno ser evitado

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...